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Nenhum dirigente foi corajoso o suficiente para me apoiar à presidência da CBF, diz Ronaldo

Ronaldo anunciou a candidatura à presidência da CBF em dezembro de 2024 e a desistência da disputa em março de 2025. Neste intervalo, tentou contato com dirigentes de federações e de clubes. Ouviu propostas, mas não recebeu apoio público.

Na eleição da CBF, sem concorrência, Ednaldo Rodrigues foi reeleito com 100% dos votos, sendo 27 votos de federações estaduais (cada voto com peso 3), 20 de clubes da Série A do Brasileiro (cada voto com peso 2) e 20 dos clubes da Série B (cada voto com peso 1).

Em participação na edição desta segunda-feira (31) do Galvão e Amigos, Ronaldo disse que manteve boas conversas, mas que não se converteram em apoio – entre outros motivos, por temor dos dirigentes a represálias.

“Foi muito bom essa oportunidade que eu tive de conversar com muita gente bacana dentro do futebol. Conversei com muita gente, e muita gente querendo mudança, mas nenhum suficientemente corajoso para ser o primeiro e oferecer o apoio público”, afirmou o ex-camisa 9.

“É compreensível também a situação das federações e dos clubes. Porque o sistema é assim. E uma vez que alguém declarasse voto para mim, ia sofrer represália e ia deixar de receber os benefícios da CBF. Isso é um outro problema importante”, completou.

Na apresentação do programa, Galvão Bueno provocou a situação dos dirigentes. “Está todo mundo satisfeito”, disse. “Está todo mundo achando uma beleza. Está todo mundo achando uma maravilha”, completou.

Ao longo da participação, Ronaldo afirmou que decidiu inicialmente concorrer à presidência da CBF para poder propor mudanças. No entanto, segundo ele, faltou apoio de dirigentes. 

“Eu me senti primeiro na obrigação comigo mesmo e pelo futebol de tentar (concorrer à presidência). Me preparei, me organizei e tentei. Fiz o meu melhor, articulei bastante, conversei com muitos presidentes de clubes, muitos presidentes de federações, mas na hora H, não consegui o apoio que eu precisava”, resumiu.

Fonte: Band.
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